sábado, 20 de outubro de 2018

Plano de Aula


PLANO DE AULA
CENTRO ESPÍRITA:
CICLO:
TEMA:
DATA:
ELABORADO POR:

1.      OBJETIVOS: a) Formativo: é o principal, o que queremos despertar, desenvolver nos evangelizandos tais sentimentos e/ou obter ou mudar tais comportamentos.
                                     b) Informativos: relativo a conhecimento. O que se pretende que os evangelizandos saibam no final da aula. Definir de uma maneira simples, breve e clara.

2.      INCENTIVO INICIAL: como fazer para atrair a atenção do evangelizando, muitas vezes dispersiva ou não interessada. Normalmente é rápido, só para entrar no conteúdo. Exemplo: caça-palavras, quebra-cabeça, mímica, cartazes, jogos, dramatização, perguntas que vão encaminhando para o tema, teatro de fantoches, música, questão provocativa, notícia de jornal, tempestade cerebral, objeto exposto ou escondido (escondendo o tema da aula), etc.

3.      DESENVOLVIMENTO: a) Estratégia: o que vamos usar para continuar mantendo a aula interessante, pode ser uma continuação do Incentivo Inicial. Aqui entra a criatividade. De que maneira a aula será dada? Aqui se define se a aula será estudo em grupo, palestra, diálogo, teatro, entrevistas, gincana, etc. Definem-se os passos principais da aula.
                                             b) Conteúdo: é a aula em si, a mensagem a ser levada, exatamente o objetivo informativo. Detalha-se a aula minuciosamente. O que se pretende fazer na sequência. O encadeamento da aula. Devem-se criar símbolos (*#@&§) para que ao consultarmos o conteúdo durante a aula, nos localizemos rapidamente, sem paradas que passariam insegurança aos evangelizandos.

4.       FIXAÇÃO: deve-se prestar muita atenção nos evangelizandos para verificar se a estratégia foi bem recebida. Por exemplo: numa história, às vezes, pensamos que está tudo bem. E os evangelizandos não entenderam nem a história, nem a mensagem. É preciso que eles dêem o retorno. Para fixar bem a mensagem, podemos usar um apelo forte, que fique gravado na mente: música, poesia, cartaz, objetos, etc.

5.      AVALIAÇÃO: meio que utilizaremos para verificar se o evangelizando captou o tema. Aqui verificaremos se os objetivos foram atingidos.

6.      ATIVIDADE: sempre se relacionando com a aula, para sedimentar bem. Por exemplo: dobradura, recorte, colagem, pintura a lápis, a pincel, a dedo, desenho livre ou pronto (não se deve dar com frequência desenhos prontos para não inibir a capacidade da criança), trabalhos manuais, jogos, música, dramatização, etc. Esta é a oportunidade do evangelizando se confraternizar com os outros, desenvolver suas potencialidades criadoras, expandir sua energia, muitas vezes a própria aula é uma Atividade, ou a Avaliação/Fixação e Atividade se confundem numa só.
Deve-se elogiar e respeitar os trabalhos dos evangelizandos, nunca impondo preferências, assim como estimular-lhes a fazerem sozinhos, com criatividade.
Estes três últimos itens podem estar misturados ou confundidos num só. Uma brincadeira com perguntas e respostas ou uma “feira de frases” podem ser Atividade, Avaliação e Fixação ao mesmo tempo. Ensinar uma música sobre o tema pode servir de Fixação, Avaliação e Atividade.

7.      MATERIAL DIDÁTICO: tudo o que for usado no Plano de Aula para não se esquecer de levar no dia.


FAÇA UMA AVALIAÇÃO DA AULA APÓS APLICÁ-LA. ALTERE O QUE FOR NECESSÁRIO E ARQUIVE-A PARA UTILIZÁ-LA EM OUTRAS OPORTUNIDADES, EM OUTROS ANOS.

BOM TRABALHO.





sábado, 15 de setembro de 2018

Fé Raciocinada


Tema: FÉ RACIOCINADA
2º Ciclo
Data: 16.09.2018
Evangelizadoras: Marita 

OBJETIVO: Fazer com que as crianças compreendam a diferença da Fé cega e Fé raciocinada.

INCENTIVO INICIAL: pegar a jarra de água, fazer uma prece e oferecer um copo para cada criança, perguntando se acreditam que magnetizei a água, se acreditam que a água pode conter substâncias colocados pelos Espíritos através de minhas mãos para seu bem-estar. Fazer a prece inicial.


CONTEÚDO:
·         É muito importante ter fé, como também é importante ter confiança nas pessoas, especialmente naquelas com quem nos relacionamos.
·         A fé é incompatível com a dúvida.
·         Não é possível acreditarmos em algo e duvidar ao mesmo tempo. Podemos ter fé em uma pessoa, objeto/imagem, uma ideologia, uma corrente filosófica, um conjunto de regras, modelos ou dogmas de uma religião.
·         Há vários tipos de fé:
·         A mais comum é a fé natural.  Por exemplo: estamos dentro da Casa Espírita e em nenhum momento pensamos que o teto desabaria sobre nossas cabeças.
o   Perguntar às crianças: na fé natural tudo está em ordem?
o   Nem sempre está, por exemplo: olhe o adesivo colocado nos elevadores, em vários edifícios residenciais e comerciais, alertando sobre o número máximo de pessoas que podem ficar dentro. Esse adesivo começou a ser colocado depois de graves acidentes ocorridos devido ao excesso de peso.
o   De modo que a fé natural, inúmeras vezes, é passível de questionamentos e de incertezas.
·         Conveniente mencionar, desde logo, que a fé não se impõe. A fé necessita de uma base, que é a inteligência perfeita daquilo em que se deve crer. E, para crer, não basta ver; é preciso, sobretudo, compreender.
·         A fé cega produz o maior número dos incrédulos, porque ela pretende impor-se, exigindo a abdicação das mais preciosas prerrogativas do homem: o raciocínio e o livre-arbítrio. Aceita sem nada verificar, conduz ao fanatismo, pode desmoronar.
o   Um exemplo de Fé cega foi quando em 18 de novembro de 1979, 918 pessoas morreram em um misto de suicídio coletivo e assassinatos em Jonestown, uma comuna fundada por Jim Jones, pastor e fundador do Templo Popular, uma seita pentecostal cristã de orientação socialista. Embora algumas pessoas tenham sido mortas a tiros e facadas, a grande maioria pereceu ao beber, sob as ordens do pastor, veneno misturado a um ponche de frutas.
·         A fé raciocinada, por se apoiar nos fatos e na lógica, nenhuma obscuridade deixa. A criatura então crê, porque tem certeza, e ninguém tem certeza senão porque compreendeu. O Espiritismo nada impõe a quem quer que seja. Além disso, respeita, de maneira absoluta, o livre-arbítrio de cada um. E, como se sabe, livre-arbítrio é a liberdade para tomar decisões de acordo com seu próprio discernimento.
·         A Doutrina Espírita comprova que todos somos Espíritos, os que estamos agora encarnados na Terra e os que saíram do corpo pela desencarnação (retornando ao Mundo dos Espíritos – de onde proviemos e para onde regressaremos), mas não saíram da Vida. Comprova também que a Vida tem seu curso natural, ora no corpo físico, ora fora dele, razão pela qual somos imortais e indestrutíveis, isto é, viveremos para sempre.
·         Dinâmica: vendar os olhos de duas crianças. Colocá-las num canto. Em seguida colocar nas mãos de uma delas uma caixa de fósforos, e na mão de outra uma vela. Primeiro elas precisam adivinhar o que estão segurando e em seguida explicar que elas devem imaginar que estão num escuro total e colocam em sua mão uma caixa de fósforos e uma vela. O que fazer? Elas mesmas darão as respostas.
·         Explicar que acreditar que a vela iluminará o ambiente onde estão é um tipo de fé raciocinada.

·         Fé vacilante é quando uma pessoa não procura os meios para vencer porque não acredita, hesita, tem incerteza, sente sua fraqueza, usa de força bruta para suprir a força que lhe falece. Um exemplo é uma pessoa que está com câncer e não procura todos os meios médicos para se salvar.
·         Fé robusta: é calma, é paciente, usa de inteligência e compreensão das coisas, tem a certeza de chegar ao objetivo, é humilde, confia em Deus, é perseverante, energia e supera os obstáculos.
·         A fé faz parte do nosso crescimento espiritual, desenvolve-se lenta e progressivamente. É um trabalho desenvolvido e assimilado ao longo do tempo, é uma conquista intelectual.
·         A Fé Raciocinada que nos leva a evolução moral por meio da reforma íntima.
·         A fé é o resultado do nosso conhecimento interior. Quanto maior for a nossa identidade com a fé, mais forte aparecerá em nossas vidas a felicidade. Os Evangelhos têm asseverado: "Que tudo te seja feito segundo a tua fé" A fé é a realização do homem no espírito, no mundo da consciência, é o crer para ser. Devemos caminhar em direção da nossa fé.
·         A Fé é o elo que liga a criatura ao Criador. É o Combustível da vida que nos impulsiona para nossa Evolução. Ela é a bússola que norteia o rumo de nossa existência.

FIXAÇÃO: mostrar a gravura abaixo e questionar as crianças para o que ela representa em matéria de FÈ.


ATIVIDADE:
Passar o seguinte exercício para que eles respondam preenchendo as lacunas de maneira correta:
1 - Tenho fé nos meus ..................... e ando na paz e no bem de Deus.
2 - Tenho fé nas minhas ........................ e trabalho, estudo e faço esporte.
3 - Tenho fé nos meus .............................. e vejo as belezas do céu.
4 - Tenho fé nos meus ............................ e ouço a música da Natureza.
5 - O lavrador tem fé nas ......................................... e colhe milhares de grãos.
6 - Tenho fé no meu ....................... uso a minha inteligência e raciocínio para ter fé raciocinada.

Em seguida entregar cópias da atividade abaixo:

Prece final.